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terça-feira, 20 de abril de 2010

Outro daqueles versos roídos por traças em minhas gavetas.





Delírios Florais I

Delírios;
Delírios felizes, delírios puros;
Delírios pelo prazer de delirar, delírios de lírios.

Delírios como só! E faz, e pensa;
Delira no canteiro dos fundos (regando sonhos)
Delírios de quem não teme.
Delírios negros, de lírios brancos.

Delírios, ah! De lírios! De lírios fartos e bem cuidados
De lírios pelo prazer de lírios.
Delírios líricos. De lírios!
Pétalas tragadas pela aurora em delírio constante.

Se é! Mente humana, alma branca de-lírios! Delírios!

Sol e chuva, ainda regando sonhos.
Não os meus,
Mas relevantes delírios dos outros.

Vinicius Rodrigues {Neblina}

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