E naquela tarde pacata, um colega se levanta e fala:
- Sabem, eu sou de Aquário, quase Peixes.
E o povo retruca:
- Então, nada!
Vinicius Rodrigues {Neblina}
terça-feira, 20 de julho de 2010
sábado, 26 de junho de 2010
E embalado na batida calmante do Jazz eu venho fazer essa postagem que, em verdade, estou devendo para mim mesmo faz cerca de um mês. É, minha vida têm estado atarefada, não que esse fato fosse de importância para você, mas sigo em frente estalando os dedos ritmadamente e digitando nos intervalos musicais onde o saxofone faz seus solos inspiradores.
A grande idéia de trabalhar é atraente para alguns, mas de minha parte, não sou tão hipócrita, sejamos sinceros: nós gostamos de nos ocupar; trabalhar é outra face da moeda.
Tricotarei da melhor forma possível, então.
Vibra, serpente pecaminosa!Não que pecado nos faça mal:faz mau as outras cobras.Sou cobra diferente, somos;sinto absoluto o viver,viver cobra de toda, forma,escamas em jasmim
Gastando nada, só água
-Se lava, criança!
E a mãe troca de pele
Vinicius Rodrigues {Neblina}
sábado, 1 de maio de 2010
Começo a me perguntar cada vez mais sobre um eu mais superficial. Carência é a palavra que me move nos últimos dias, vocês podem notar isso ou não, tanto faz. A verdade é que minhas reflexões profundas têm cada vez mais se aproximado da fina película que separa a água do ar: a superfície.
Qual minha conclusão?
Qual minha conclusão?
Acima da superfície, existe todo o ar, e sobre ele, o infinito; nada é tão simples que não possa ser complicado por um humano
Vinicius Rodrigues {Neblina}
domingo, 25 de abril de 2010
Julguei importante:

Aos interessados, a música chama-se Lullaby (Canção de Ninar)
Poema de William Blake
Musicalização de Loreena McKennitt
Criada para o Festival de Stratford
Produção de BLAKE e Elliot Hayes.
Oh, for a voice like thunder,
and a tongue to drown the throat of war!
When the senses are shaken,
and the soul id driven to madness,
who can stand?
When the souls of the oppressed
fight in the troubled air that rages,
who can stand?
When the whirlwind of fury comes from the Throne of God,
when the frowns of his countenance
drive the nations together,
who can stand?
when Sin claps his broad wings over the battle,
and sails rejoicing in the flood of Death;
when souls are torn to everlasting fire
and fiends of Hell rejoice upon the slain,
oh, who can stand?
Oh, who bath caused this?
oh, who can answer at the Throne of God?
The Kings and Nobles of the Land have done it!
Hear it not, Heaven, thy Ministers have done it!
Tradução
Oh, para voz como um trovão,
e uma língua para submergir a garganta de guerra!
Quando os sensos estão perdidos,
e a alma é dirigida à loucura,
quem poderia ser?
Quando as almas oprimidas
lutam sob a truculência do vento enfurecido
Quem poderia ser?
Quando o vendaval de fúria vem do Trono de Deus,
quando as carrancas do semblante dele
dirigem juntas as nações,
Quem poderia ser?
Quando o Pecado aplaude suas asas largas sobre a batalha,
e veleja alegre na inundação de Morte;
quando são jogadas almas a fogo perpétuo
e os demônios do Inferno se alegram sobre os mortos
Oh, quem poderia ser?
Oh, quem vos causou isto?
oh, quem pode responder ao Trono de Deus?
Os Reis e Nobres da tua Terra fizeram isto!
Não ouça isto, Céu, os Ministros dos teus fizeram isto!
terça-feira, 20 de abril de 2010
Outro daqueles versos roídos por traças em minhas gavetas.
Delírios Florais I
Delírios;
Delírios felizes, delírios puros;
Delírios pelo prazer de delirar, delírios de lírios.
Delírios como só! E faz, e pensa;
Delira no canteiro dos fundos (regando sonhos)
Delírios de quem não teme.
Delírios negros, de lírios brancos.
Delírios, ah! De lírios! De lírios fartos e bem cuidados
De lírios pelo prazer de lírios.
Delírios líricos. De lírios!
Pétalas tragadas pela aurora em delírio constante.
Se é! Mente humana, alma branca de-lírios! Delírios!
Sol e chuva, ainda regando sonhos.
Não os meus,
Mas relevantes delírios dos outros.
Vinicius Rodrigues {Neblina}
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